Que
testes mais óbvios que os
Deuses me mandam.
Parece que estão orgulhosos de meu avanço,
E por isso, me mandam a confirmação de mim para mim.
Mas talvez isso sirva como treinamento para um futuro além de mim,
Para que eu possa enxergar não uma, mas todas.
Para que, finalmente, seja o monge que vejo em meus sonhos azuis-claros.
Mesmo assim é uma pena, e só uma pena,
E uma pena que flutuará pela noite,
Me dando frio em momentos e amor em outros.
Até que no julgamento final, pelo menos o primeiro desta etapa,
Ela caia do céu com a coroa que já me foi reservada.
Até lá eu confio na eternidade de todas as opções,
E serei paciente, pois ninguém deliberadamente se faz mal.
... Um dia
ela me fará um bem, como faz agora ao ser honesta.