Monday, October 09, 2006

Sociedade dos Poetas Adormecidos I

Aqui inauguro a Coluna da Sociedade dos Poetas Adormecidos,

pois vocês 'podem acabar me matando, mas jamais me machucarão!'

Essa eu dedico aos imaturos adultos funcionários públicos e semelhantes que procuram ilusões e não percebem a poesia da vida.

Peço desculpas por ser em inglês, mas essa continua sendo a lingua que falo melhor, apesar de minhas recentes tentativas de botar pra quebrar com o português. Me digam se querem traduzida... e prometo que procurarei mais obras em uma língua facilmente legível.

Achei melhor começar com uma apologia à poesia. Como alguém que segue piamente a virtude, não queria parecer contraditório quando prezo Platão e Shakespeare ao mesmo tempo. Já citei Socrates acima, agora cito Shakespeare:

"Dost thou think, because thou art virtuous, there shall be no more Cakes and Ale?"

– Shakespeare, Twefth Night, or What You Will

Eu vos digo, se temos entretenimento, melhor que seja profundo e belo, e agora, meu poema do dia:

I Would not imitate a petty thought,
Nor coin my self-love to so base a vice,
For all the glory your conversion brought,
Since gold alone should not have its price.
You have your salary; wasn't for that you wrought?
And Wordsworth has his place in the Excise.
You're shabby fellows – true – but poets still,
And duly seated on the Immortal Hill

– Lord Byron, Don Juan

E, como um poeta sensível a ouvidos clássicos, dedico minha participação nesta revista a Homero, o profeta cego, e todos os filhos que sua palavra gerou.

uuuuuhhhbrigado...

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