Uma Amostra Clássica
Nós somos os perdidos nesse mundo de caos pós moderno, pois somos os únicos que tocam o eixo da suprema eternidade do progresso, enquanto as ovelhas de Israel choram pela falta de sabedoria de pastores ecléticos e gritam os nomes de nossos irmãos como se soubessem pronunciá-los.
Nós somos João Batista. Não somos classicistas, pois somos clássicos. Ser clássico não é viver no passado, nem amá-lo; ser clássico é saber da existência do passado e por isso entender o presente e ser deveras profeta.
Nossa missão é educar nossos filhos com a piedade de Abraão, a infalibilidade de Platão e a determinação de Ernesto Guevara.
Nós somos os óculos de João Lennon, a careca de Mussolini, o bigode de Hitler, a barba de Fidel, as botas de Stalin, o chapéu de Napoleão, o espaço entre as pernas de Garrincha e o grito de Ray Charles.
Nós somos o eco de familiaridade que se ouve no vale do avanço: o elo entre Epíteto e Bob Dylan.
Por fim, somos Noé, a escrita é nossa arca e as grandes conquistas de nossos antepassados são nossos animaizinhos acasalados.
Nós somos João Batista. Não somos classicistas, pois somos clássicos. Ser clássico não é viver no passado, nem amá-lo; ser clássico é saber da existência do passado e por isso entender o presente e ser deveras profeta.
Nossa missão é educar nossos filhos com a piedade de Abraão, a infalibilidade de Platão e a determinação de Ernesto Guevara.
Nós somos os óculos de João Lennon, a careca de Mussolini, o bigode de Hitler, a barba de Fidel, as botas de Stalin, o chapéu de Napoleão, o espaço entre as pernas de Garrincha e o grito de Ray Charles.
Nós somos o eco de familiaridade que se ouve no vale do avanço: o elo entre Epíteto e Bob Dylan.
Por fim, somos Noé, a escrita é nossa arca e as grandes conquistas de nossos antepassados são nossos animaizinhos acasalados.

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